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Afinal, vamos continuar vendo gringos nos line-ups ou não?

Vamos descobrir juntos? Batemos um papo com a Dj e organizadora do Circuito Dark e Hitech, Ieda Laimana, que nos contou como está sendo organizar um festival nesse momento de retorno. 

Laimana começou a tocar depois de ir a muitos festivais e se apaixonar por tudo que viu e viveu dentro desse universo. Ela já se apresentou em vários lugares do Brasil e pôde adquirir a experiência necessária para organizar um dos maiores festivais de High bpm do sul do país.

A ideia do festival surgiu quando Ieda e seu esposo Selmo, ainda eram público, fruto de muito estudo dos lugares por onde passaram, observando o que dava certo e o que dava errado. O Circuito é famoso por sua organização e carinho dos organizadores para com o festival e com o público.

“Nós nunca consideramos o Circuito um negócio, é como se fosse um membro da família, assim como tratamos nossas filhas, nós tratamos o circuito.” disse Ieda.

Laimana está super animada com esse retorno que tem tudo pra ser em grande estilo, ela nos disse que apesar de ter grandes nomes internacionais já confirmados, o momento econômico do país, inflação e as principais moedas utilizadas nas contratações (dólar e euro) subindo dia a dia, teve que colocar o pé no freio com relação a parte internacional do line up.

“Conversamos com muitos artistas, mas demos preferência a artistas de países vizinhos como “os hermanos” da Argentina e ou artistas que estavam no Brasil, o que diminui os custos com translado.” conta.

Ieda relatou que infelizmente alguns artistas já confirmados em edições que iriam acontecer se não houvesse a pandemia, tiveram que ficar de fora, justamente pelo alto valor de cachê e traslado, tornando inviável a contratação.

Laimana nos contou que a principal diferença de antes da pandemia para agora, foi que teve que ter muita cautela e não se envolver tanto emocionalmente, usando muito mais a razão e analisando os números.

“Antes da pandemia a cena vinha em uma crescente, se fossemos pensar como antes da pandemia, o evento custaria o triplo, e com tudo isso que aconteceu, tivemos que dar um passo atrás para poder em breve dar dois passos à frente”. dividiu.

Laimana acredita que ainda será possível trazer os Djs internacionais, mas que naturalmente em menor número, Ieda falou em uma inversão no número de artistas nacionais e internacionais, o que vai ser um momento muito especial para os Djs brasileiros.

A organizadora ressaltou que dentro da cena Trance, todos se conhecem, indiferente da nacionalidade, e ela tem bastante tranquilidade em dizer que todos os Djs que tocaram no no Circuito Dark e Hitech acabaram se tornando parte de uma família, e que eles sabem que vão ser muito bem recebidos como todos os que já passaram por aqui, o que facilita na hora de escolher quem vai tocar.

E então o que nos resta é aguardar ansiosamente esse festão, que acontece nos dias 12 à 15 de Novembro, ainda neste ano, na região metropolitana de Curitiba em um local já conhecido do público, o Vale Encantado, que foi local das edições anteriores. Nos vemos lá!

Veja também: Festival Árvore da vida: a valorização do cenário nacional pós pandemia

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