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Uma breve história do DarkPsy Nacional

Era uma vez, há muito tempo atrás, havia uma vertente que se distanciou do tradicional estilo de música eletrônica. As pessoas estavam acostumadas com batidas alegres e melodias felizes, até que alguém pensou em pegar a parte mais psicodélica e acrescentar batidas mais duras, rápidas e alguns sons sombrios (você pode conferir melhor essa história clicando aqui). Pois bem, de começo a nova variação de estilo não foi muito bem aceita por grande parte do público, mas se difundiu e com isso várias pessoas amaram e se entregaram ao darkpsy de corpo e alma. 

No Brasil não foi diferente, lá pelos anos 2000 essa vertente aparecia nas festas raves, porém com uma diferença: não tinha essa separação de vertentes. Naquela época, na verdade, nem tinha todas essas vertentes que temos hoje. As primeiras festas raves eram todos os estilos existentes juntos e misturados, tanto que era o próprio fullon night que fazia a transição para o darkpsy. Mesmo assim, não havia muito espaço e visibilidade para o darkpsy no mainstream, por mais que os DJs curtissem que fosse todos os estilos juntos, a galera não aceitava e aí começou a divisão de estilos. Na verdade, o darkpsy no Brasil só foi começar a ser bem aceito quando os caras da gringa começaram a curtir o som.

A partir disso, para o darkpsy ganhar espaço teve que migrar para o underground e ali sim ele começou a crescer aos trancos e barrancos do início. O atual dono da Cosmic Crew, o Paulo, foi um dos pioneiros a fazer eventos voltados para o darkpsy e dar mais visibilidade para a vertente que tanto merecia. A cena era pequena, porém muito unida e todos se ajudavam e compartilhavam conhecimento, assim o darkpsy nacional começou a se desenvolver e foi surgindo os primeiros projetos brasileiros como o Baphomet Engine (2002), o Demonizz e o Necropsycho (2004).  

O darkpsy nacional só conseguiu crescer através de muito esforço pelos pioneiros. A label nacional mais antiga foi a Dead Tree Production, foi criada em 2005-2006 e sempre buscando novos talentos para fazer a cena recém-nascida crescer. Seu lema principal era “dançável ou não, a música tem que ser obscura”. Mas o boom do darkpsy no Brasil ocorreu em 2008 com o lançamento do cd Extreme Deformities pelo Necropsycho, Demonizz e Bash lançado pola Dead Tree.

Desse momento em diante o darkpsy foi conquistando cada vez mais adeptos e se tornando um dos estilos mais populares no país. Hoje em dia há várias ótimas crews que colocam o estilo em evidencia, como a Cosmic Crew, Anacã, Naturaíz e também, várias novas labels nacionais sempre em busca de novos talentos como a Nocturne Noise, Resina Records, a Nature Records, a Katayy Records, Paleolithic Records entre outras.

Até hoje com a cena super desenvolvida, há muito preconceito entre vertentes. Não são todas as pessoas que se identificam com o high bpm e tá tudo bem, o problema é quando o “amor” pela música se torna uma briga de ego e uma disputa idiota para ver qual é a melhor. Não existe melhor vertente, todas são incríveis, todas foram criadas com a mesma ideologia inicial do trance que é a paz, o respeito, o amor e a união. Cada música de cada vertente são criadas com um propósito para uma experiência diferente, ninguém é melhor que ninguém só por escutar um ou outro estilo.

E para conhecer o tanto de produtor nacional incrível que temos, aqui vai uma playlist incrível para vocês!

Gostaríamos de fazer um agradecimento especial ao Demonizz e ao Baphomet Engine que nos ajudaram com a matéria, sem eles não teria sido possível encontrar tanta informação de qualidade, muito obrigada!

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