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MDMA, o remédio do futuro?

MDMA: Quando, como, onde e por quê?

Atualmente fica cada vez mais evidente a busca das pessoas por autoestima, ou até mesmo para preencher algo que ao menos sabemos o que é, e talvez isso esteja, ao longo das últimas décadas, aproximando as pessoas de alucinógenos como o MDMA (sigla para 3,4-metilenodioximetanfetamina), então bora fazer uma breve viagem pela história dessa molécula?!

Muito antes de ser utilizada como conhecemos, lá em 1912, ela foi sintetizada por um químico alemão, chamado Anton Köllisch,  na cidade de Darmstadt na Alemanha, e teve sua patente registrada em 24 de Dezembro do mesmo ano pela empresa farmacêutica Merck.

Inicialmente o MDMA foi sintetizado para fins farmacêuticos com a intenção de ser um composto de um medicamento inibidor de apetite e do sono, e chegou a ser utilizado pelo exército americano por conta destes efeitos, mas foi descartado devido à alguns efeitos colaterais e assim ficou abandonada até a década de 50.

Um dos grandes responsáveis pela volta dos estudos com Mdma foi o farmacologista, químico e pesquisador de subtsãncias psicodélicas Alexander “Sasha” Shulgin, que publicou com sua esposa Ann Shulgin os livros Tihkal  (Triptamines I Have Known And Loved: A Chemical Love Story) e Pihkal (Phenethylamines I Have Known And Loved: A Chemical Love Story), que são auto biografias fictícias que também contém instruções de síntese e dosagem de diversas substâncias. Sasha criou 230 novas substâncias psicodélicas, tendo trabalhado durante muitos anos, em sua casa, na Califórnia.

Ainda nos anos 50 durante a Guerra Fria, a CIA chegou a fazer experiências com o MDMA como arma psicológica, porém não há muitas informações sobre o assunto disponíveis, mas o artigo do History MADA cita brevemente o fato, clique aqui e veja mais informações. 

O MDMA chegou a ser utilizado nos anos 70 nas ruas de Chicago, mas era praticamente desconhecido. O próprio Shulgin, mesmo tendo ressintetizado a droga em 1965, só experenciou em 1976.

Foi então que, “tã tã tã”: nos anos 80 surgiram as primeiras festas de música eletrônica, que duravam muitas vezes um final de semana inteiro. Devido ao fato dos clubes de Chicago não terem permição para funcionar após as 2:00h da manhã, as nossas queridas festas denominadas Rave, se popularizaram e com elas o MDMA, sendo então utilizado como conhecemos hoje. Como o MDMA atua como agente de liberação dos Neurotransmissores Serotonina, Dopamina e Norepinefrina, responsáveis pelo prazer, motivação e foco, logo ficou popular a sua utilização em festas como estas.

Porém, muito além do uso recreativo, existem muitos estudos que comprovam benefícios da substância no tratamento de pessoas com doenças terminais, estresse pós-traumático (TSPT), ansiedade, depressão, entre outras doenças físicas e mentais. Assim como muitos outros pesquisadores pelo mundo, no Brasil, o Neurocientista Sidarta Tollendal Gomes Ribeiro, que também é biólogo, escritor, professor e vice-diretor do Instituto do Cérebro, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, defende o uso do MDMA em casos de traumas, se for associado a uma psicoterapia adequada. Confira clicando aqui, uma entrevista cedida para o canal da Mariana Ferrão.

Vale lembrar que como qualquer outra droga, existem muitos riscos quando se trata de abuso dessas substâncias, e atualmente existem muitos conteúdos sobre redução de danos, como no canal Drugs Lab, por exemplo!

Então bora se cuidar! Hidratem-se sempre, e vamos manter o pensamento positivo para que logo possamos nos encontrar nas pistas do Brasil e do mundo.

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