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Clássicos do PsyTrance #3 – Burn in Noise em apresentação épica no Boom Festival de 2016

Na matéria de hoje vamos fazer uma viagem diretamente para Portugal, cidade de Idanha-a-Nova, que recebe o Boom Festival desde 1997.  A edição desse ano aconteceria em Julho, mas foi remarcada para 2021 e para matar um pouquinho a saudade do clima de euforia das festas vamos falar sobre o set do Burn in Noise que viralizou, se tornando um Clássico do Psytrance.

 

Veja também
+ Clássicos do PsyTrance #1 – Estréia do Astrix no Boom Festival
+Clássicos do PsyTrance #2 – Wrecked Machines na Tribe Festival de 2007

 

Gustavo Manfroni é o responsável pelo projeto que estreou nos palcos de Psytrance em 2000, e responsável também por esse set que foi visto no YouTube por mais de 2 milhões de pessoas do mundo inteiro. O amor pelo trance nasceu do primeiro contato com o Goa e a partir de então se dedicou a aprender e desenvolver seu projeto que hoje é mundialmente conhecido.

Burn in Noise surgiu devido as influências do disco “Burn, Berlin, Burn!” da banda Atari Teenage Riot unido a um estilo musical chamado “Noise“, o predileto na época de Gustavo quando procurou referências ao criar o seu pseudônimo. Gustavo sempre teve relação com a música mesmo antes do trance, quando pequeno tocou guitarra e já foi integrante de duas bandas de rock quando adolescente. Literalmente, a música já estava em seu sangue.

 

 

O brasileiro já tocou nas principais festas e festivais como Ozora Festival, na Hungria, Universo Paralello, aqui no Brasil, Ultramusic Festival, na Rússia, entre outros. Atualmente, Burn in Noise faz parte do casting de DJ’s da gravadora Nano Records juntamente de grandes artistas.

Gustavo é casado com a DJ e produtora Thatha, mais conhecida como Altruism. A DJ Thatha (Altruism), também se apresentou nessa edição do Boom, o set dela foi no quarto dia do evento. O casal já participou junto de outras edições do festival.

 

Lá em 2014 o mestre nacional já havia comandado a pista do evento levando sua música para cerca de 50 mil pessoas. Em 2018 Gustavo também se apresentou no Boom.

Boom Festival 2014

O Vídeo

Mas vamos ao Clássico, ao assistir o vídeo logo de inicio já dá para sentir a vibe desse dia memorável. Quem estava presente deve ter memórias e relatos surpreendentes.

Burn in Noise se apresentou no primeiro dia da edição do Boom em 2016.

 

O vídeo contabiliza hoje 2 milhões e 179 mil visualizações no canal dele no Youtube. Ver os comentários e assistir as cenas nos faz viajar no tempo e espaço e acessar visualmente um pouquinho da emoção do que foi esse dia.

 

Aquele começo… arrepiante… ótimo poder finalmente relembrar e regressar na memória… uma das melhores experiencias da minha vida.”
(Frederico Shanty, comentário do Youtube)

 

Belo filme Gustavo! de arrepiar! Aliás, sempre achei que o por do sol é o melhor momento para seu som… aquele momento em que a gente se perde do dia e quando vê já mergulhou na noite!!!
(Melissa Souza, comentário do FaceBook)

 

 

Tá explicado o motivo desse set fino ter virado um clássico! Um pôr do sol de tirar o fôlego, crianças se divertindo, muita dança, expressão corporal e os sorrisos do público em meio a psicodelias sonoras de tracks como “Peaceful World“, “Aiha“, “Shamanic“, “Real Deal“, “Edge of Sanity” e outras que tornaram esse dia épico na carreira de Gustavo.

Impossível não vibrar vendo o mar de gente pulando.  Dá uma vontade né meus filhos?!

 

 

No mesmo dia Swarup, Electric Universe, Animato e Vini Vici também passaram pelo Dance Temple do Boom Festival. Se liga no line-up completo de 2016.

 

Polêmica sobre o Line-Up

Curiosamente nesse mesmo ano de 2016 surgiu uma informação que virou polêmica, o Boom anunciou que não divulgaria mais o line-up antes dos eventos. Os festivais grandes e pequenos, em sua maioria usam o line como a principal forma de publicidade, a organização do Boom Festival optou em ir pela contramão.

O motivo dessa decisão é fortalecer os atrativos do festival que vão além de música, valorizar não só os DJs favoritos da galera, mas o festival como um todo, as performances, palestras, oficinas e outras atividades que acontecem 24 horas por dia. A organização defende que vivenciar tudo isso é muito mais importante do que passar sete dias plantado no mainfloor.

Leia o comunicado na íntegra:

O Boom não é apenas um evento musical nem se baseia num line up – não temos headliners; é mais um estado de espírito do que uma lista de DJs ou live acts.

É uma experiência sensorial e psicodélica. Tudo aquilo que lá experienciamos através dos nossos sentidos (som, imagem, arquitetura temporária, artes, conferências, meditação ou yoga) ativa uma sensação profunda que nos faz acordar um novo ser.

Sendo o som uma das energias mais poderosas sobre o Ser Humano, no Boom acreditamos que a música é um veículo nobre para a transformação. É nossa missão coletiva mantê-la como fator de unidade e diversidade, de mudança e consciencialização.

Nesta era de toxicidade midiática em que a música electrônica virou pop, é fundamental não se perder esta essência transformacional sob o risco da cena psytrance se transformar similar a outros estilos – onde existe o culto do DJ ao invés da experiência coletiva de transcendência e união.

É neste contexto, e com o objetivo de valorizarmos a experiência do som, que não iremos anunciar mais excertos do line up do Boom Festival 2016. Em novembro de 2015 anunciamos já alguns artistas que expressam a variedade e qualidade do que irão encontrar, o restante será publicado a partir de julho de 2016 via Boom App. Quem não quiser baixar o Boom App poderá saber todo o programa de música, artes, conferências e workshops quando chegar ao Boom 2016!

Com Amor e Gratidão

A Boom Team

Além da polêmica, esse comunicado despertou muita reflexão dentro da cena, a respeito de valorizar o festival de maneira geral. Reflexões assim são necessárias e estão fazendo muito mais sentido agora nessa nova era.

 

 

Enquanto ainda não podemos estar reunidos celebrando, ficamos com essas lembranças nostálgicas, ansiosos pela volta dos festivais e vibrando cura e amor para nosso planeta.

E aí, curtiram essa edição do Clássicos do Psytrance?

Manda sua sugestão para a gente, queremos reviver junto com vocês mais momentos históricos como esse.

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