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Synthatic lança seu primeiro álbum, “Take a Ride”, pela Alien Records

Com mais de 10 anos de carreira como DJ e produtor, Vinícius Ferreira dá vida ao projeto Synthatic, que na última terça-feira (31/03) lançou seu primeiro álbum, “Take a Ride“, pela gigante label brasileira Alien Records.

O artista, que normalmente segue uma linha voltada ao Progressive Trance mais agressivo com melodias marcantes, traz para o público uma experiência um tanto quanto diferente: uma verdadeira viagem sonora, recheada de influências do Progressive Psychedelic Trance, Progressive Dark e Techno, além de melodias e grooves, paisagens musicais sombrias entre os 140 e 145 BPM, além de um Techno em 127 BPM.

Contendo 6 faixas solo e 4 collabs com artistas expressivos como Ambersonic, Genetrick, Hacoon e Tijah, “Take a Ride” é uma verdadeira viagem, cujo destino fica sob a responsabilidade de Synthatic. Com uma conexão sutil mas marcante entre as tracks, o artista inicia 2020 com um material de qualidade incrível, recebendo support de DJs como Vegas, Blazy, Gottinari, Vermont, Zanon, Basscannon, DZP e muitos outros.

Confira abaixo na íntegra o bate-papo que tivemos com ele falando sobre o novo álbum, planos para 2020 e o atual momento vivido no Brasil e no mundo. Boa leitura!

Hï BPM: Olá Vinícius! Primeiramente, muito obrigado por abrir este espaço para conversarmos sobre seu novo álbum.
Logo de cara, já queremos saber: qual foi a inspiração para chamar o álbum de “Take a Ride”? Pois o álbum em si é uma verdadeira viagem por sensações, emoções e estilos sonoros variados.

Synthatic: Olá pessoal da Hï BPM, agradeço o convite, vai ser muito legal ter essa conversa com vocês.
A ideia de chamar o álbum de “Take a Ride” veio por que eu realmente queria fazer o ouvinte pegar uma carona comigo, de forma que ele viajasse através da música. Pensei exatamente nisso que você falou, quis trazer uma mistura de emoções, com músicas um pouco mais alegres e energéticas, e outras mais sombrias e intimistas. Além da mistura de estilos, fui do Progressive Tech Trance (como estou chamando) passando pelo Progressive Dark, chegando no Progressive Trance e finalizando com um Techno.

Hï BPM: Como foi o processo de produção do álbum? Quanto tempo de desenvolvimento? E quais foram os maiores desafios para fazê-lo acontecer?

Synthatic: A minha ideia inicial era terminar 10 músicas inacabadas e pronto, teria um álbum feito. Mas com o passar do tempo fui mudando totalmente esse conceito. Decidi que queria mostrar pra vocês a minha identidade atual, queria criar uma obra que contasse uma história, com começo, meio e fim. A partir dai fui escrevendo várias músicas e só finalizei as que entravam nessa história.
Trabalhei mais ou menos 1 ano e meio em todo o desenvolvimento do álbum, desde a primeira música até o lançamento.
Conseguir criar um tema que contasse toda a história que estava na minha cabeça foi um verdadeiro desafio, pois eu tinha apenas 3 músicas prontas e precisava pensar em como seriam as outras 7. Criando elas de forma que todas fizessem sentido entre si. Outro grande desafio foi planejar todo o lançamento, desde um calendário de postagens nas mídias sociais como a criação e envio de brindes para todo o país.

Hï BPM: Nas primeiras tracks do álbum você nos apresentou um estilo de som mais voltado ao Prog Dark, com uma sonoridade que segue na linha de grandes nomes nacionais e internacionais, como Captain Hook e Groundbass. Como surgiu sua admiração por essa linha sonora?

Synthatic: A primeira vez que eu ouvi Prog Dark foi no Universo Paralello em 2013, quando eu curti uma pista do Tijah, o GroundBass e o Basscannon estavam lá comigo, a partir daquele momento eu comecei a ter muita admiração pelo estilo e comecei a acompanhar alguns artistas. Quem sempre acompanhou o meu trabalho sabe que sempre fiz músicas com uma atmosfera mais sombria, mas ainda não tinha assumido uma identidade, também fazia músicas com um apelo um pouco mais comercial. Mas conforme o tempo foi passando fui amadurecendo, tanto no pessoal quanto profissionalmente, resultando no artista que sou hoje.
Tenho escutado muito Techno, tiro muitas referências do estilo, e se vocês perceberem o Prog Dark também sofre muita influência do Techno. Recomendo a todos vocês curtir uma pista do grandíssimo Fábio Leal e vocês perceberão nitidamente essa mescla dos estilos.

Hï BPM: Para este álbum, você contou com a colaboração de nomes expressivos do psytrance. Como foi o processo de escolha desses artistas? E como você enxerga que isso agregou para a identidade do “Take a Ride”?

Synthatic: A escolha foi muito natural. Tanto o Hacoon, quanto o Ambersonic moram comigo e são grandes irmãos que a vida me deu, sempre nos damos muito bem no estúdio e certamente não poderiam ficar de fora desse grande momento na minha carreira. Eu e o Tijah já estávamos querendo fazer uma música juntos desde o começo do ano passado, foi então que o convidei pra fazer parte do álbum e ele abraçou a ideia. A história com o Genetrick é mais antiga, começamos a nossa música há mais de 3 anos e sempre nos enrolávamos para terminar, até que decidi finalizar com o intuito de colocar ela no álbum e ele adorou a ideia.
Todos os artistas que participaram são grandes amigos e excelentes produtores. Tive a oportunidade de trocar conhecimento e experiência com cada um deles e sem dúvidas a identidade do álbum tem um dedo de cada um. Obrigado por fazerem parte disso!

Hï BPM: De todas as 10 tracks do álbum, tem alguma que você tem como favorita ou vê com um carinho especial? Se sim, qual e por quê?

Synthatic: Todas são muito especiais e fazem parte de um grande momento na minha vida, mas eu devo admitir que tenho sim uma favorita, a própria “Take a Ride”.
Um certo dia fui para o estúdio com a vontade fazer algo diferente, queria mostrar a influência que estava sofrendo do Techno. E nesse dia a sessão de estúdio foi incrível, ela rendeu muito e a música foi feita rapidamente. Acredito que me encontrei como produtor nesse dia.

Hï BPM: O álbum “Take a Ride” foi lançado na última terça (31/03) e já foi repostado por grandes nomes da cena psytrance nacional. Como você tem se sentido com todo esse feedback dos produtores e do público? Você acha que o fato de estarmos vivendo o isolamento social por conta do COVID-19 ajudou na disseminação do seu trabalho?

Synthatic: O sentimento é de muita alegria e gratidão! Sinceramente, fiquei surpreso com tamanha repercussão, tive suporte dos maiores produtores do cenário nacional da cena e alguns grandes artistas internacionais também. Sem contar a quantidade de gente que falou comigo, seja pra elogiar, agradecer, ou até xingar (no bom sentido hahaha), foi surreal! Nunca tive meu inbox tão cheio e nem tantas marcações no Instagram na vida!
Acredito sim que o isolamento social acabou ajudando a disseminar ainda mais o trabalho. Grande parte da galera está em casa e aberta a novidades. Muita gente me falou que ouvir o álbum trouxe um pouco de alegria e distração pra esse momento turbulento.

Hï BPM: Ainda falando sobre o Coronavirus, que tem afetado a rotina da maior parte dos cidadãos do planeta, fez com que muitas pessoas refletissem e mudassem os planos para o futuro. Trazendo para o nosso contexto, quais são os planos que você tem desenhado para o futuro do projeto Synthatic?

Synthatic: Essa pandemia acabou adiando alguns planos que eram pra esse ano. Estávamos organizando uma turnê mundial, com pelo menos 4 países confirmados. Assim que as coisas voltarem ao normal iremos re-organizar isso.
A minha agenda de lançamentos para esse ano segue firme e forte. estou com algumas músicas para saírem em breve, como uma colaboração com o Chapeleiro, com o Basscannon, e uma com o Ryanossaurus, tenho também um remix para o Phanatic e pra fechar uma música sozinho. Para um futuro próximo pretendo fazer mais colaborações com artistas nacionais que ainda não trabalhei e pretendo fazer com alguns gringos também.

Hï BPM: E para finalizar, fique à vontade para deixar um recado para os seus fãs e para todos que estão conhecendo um pouco do seu trabalho e carreira a partir do “Take a Ride”!

Synthatic: Queria começar agradecendo a cada um de vocês, sério, muito obrigado! Vocês são o maior combustível disso tudo. Eu estou mais empolgado do que nunca e acredito que toda essa empolgação será refletida dentro do estúdio, então todos que curtem o meu trabalho podem esperar por bastante empenho do lado de cá! Tamo junto galera!

Curtiu a entrevista? Então aproveite e já dê play no “Take a Ride” nas principais plataformas de streaming!

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