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High BPM- História, Vertentes e Visão da Cena Daqui Para Frente: #2 Hi Tech

E está no ar a segunda matéria sobre as vertentes do High BPM! Se você ainda não conferiu a primeira, onde falamos sobre DarkPsy, clique aqui, é importante ler a primeira para entender melhor a segunda, onde falaremos sobre Hi Tech. E lembrando que nas próximas traremos Forest, Psycore e o Experimental. Fica ligado!

HI TECH

Bom, podemos dizer que o Hitech é uma vertente “nova” dentro do Psytrance, surgiu em meados de 2006 e teve como base o DarkPsy, um dos pioneiros desse novo estilo foi Cosmo, lançando o álbum “Akustical Polution“. Junto com Highko, fundaram a Noise Poison Records, uma das gravadoras mais antigas e voltadas para o Hi Tech.

https://www.youtube.com/watch?v=1ik845cJcDQ&list=PLC888C25F92972522

As batidas desse novo estilo são influenciadas pelo DarkPsy, porém tem suas próprias características, é uma vertente mais explosiva, não tem uma estrutura constante como as outras e é bem imprevisível.

Atualmente o Hi Tech é mais variável, vai desde as suas sub-vertentes mais “felizes” até aquele som mais dark e introspectivo. O mais legal disso, é que acaba sendo uma vertente que combina para todos os momentos dentro de uma festa, de manhã, de tarde ou até mesmo de noite. Nada mais gostoso que escutar um Hi Tech bem melódico pela manhã, como esse set do Kokobloko.

Ou um mais introspectivo para quando está começando a noite, por exemplo.

Ou até mesmo aquele que é mais pesado e ao mesmo tempo cheio de energia.

A vertente tem ganhado cada vez mais seguidores, como podemos perceber na última edição da Hitech Revolution que rolou em Janeiro na Aldeia Outro Mundo, em Lagoinha no estado de São Paulo

Uma das principais gravadoras de Hi Tech hoje em dia é a Osom Music, criada em 2005 pelos artistas Psykovsky e Kindzadza. Tendo entre seus lançamentos um álbum de Crazy Astronaut.

Temos também as gravadoras argentinas, como a Dark Prisma que tem em seu time os gigantes Quantum Mechanica, Glosolalia e Frantic Noise. E a Digital Native Records, que é uma gravadora nova, mas vem lançando novos produtores incríveis e criativos como Transdimensional Entities, Dark Solo e Coiron. No Brasil, somos muito bem representados por Marambá, Booo, Killatk e Arkhos.

Os bpms do hitech podem variar muito, desde 150 para até +200 bpms, geralmente é uma vertente mais “de boa” de ser apreciada por quem não é acostumado aos bpm’s mais rápidos, por ser mais fácil de compreender. O interessante do Hi Tech é que muitas de suas produções musicais são inspiradas em uma visão mais tecnológica e futurista, às vezes parece que o set te leva para uma batalha intergaláctica mental.

E aqui, mais uma playlist quentinha com o melhor do Hi Tech atual e que será sempre atualizada com os lançamentos!

Gostaríamos de agradecer a Kzaya e o Santi (Transdimensional Entities) que nos ajudaram com esse artigo. Sem eles seria muito difícil encontrar tanta informação de qualidade.

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