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Adhana Festival 2018 – Dias 4, 5 e 6 [DIÁRIO DA RAVE]

Durante o Adhana Festival, publicaremos aqui na Hï BPM nossa experiência resumida de cada dia. Confira conosco como foi nosso quarto, quinto e sexto dia nesse grande evento.

DIA 31/12

Acordamos pela manhã e ela chegou mais fria e nublada do que nos últimos dias. Após o café da manhã de sempre, demos uma passada no workshop de Produção Musical, e partimos pro Espaço Raízes para participar da oficina Alongart, com a proposta de auxiliar a galera em como alongar e relaxar o corpo para aguentar a jornada intensa que o Adhana Festival nos proporciona. Já alongados, a hora estava agendada com a massagem terapêutica, que promoveu relaxamento da mente, nos trazendo um bem-estar todo especial.

Reprodução: Adhana Festival

Após preparar o corpo pela manhã, chegou a hora de prestigiar nosso companheiro leão, que nos saúda para mais um dia na maravilhosa tenda do Savana Stage. Com a troca no line up entre Emok e Vini Vici, o co-criador da Iboga Records aqueceu a pista pra entrada do progressive pesado de Vini Vici que trouxe grandes sucessos, inclusive a track Adhana, levando o público ao delírio. Que momento incrível! Em breve publicaremos os vídeos desse set monstruoso.

Após uma “morte” quase que súbita no front ao ouvirmos Great Spirit, o corpo precisava novamente de um tratamento mais intenso para aguentar a maratona de ano novo. A grande sacada da vez foi uma massagem relaxante, maravilhosa e intensa em todos os sentidos. Conseguiu trazer nosso corpo de “volta” pra seguir a maratona, pois ainda há muito evento pela frente. A responsável por isso foi a queridíssima Cacau, que com toda a atenção e cuidado possível fez um tratamento completo, e sinceramente faltam palavras para descrever o que aconteceu. Mãos que curam!

ABRINDO UM PARÊNTESES: o destaque especial de hoje vai pra dona Marilene. Com muita experiência e simpatia, ela compartilhou conosco sua satisfação em trabalhar com esse tipo de evento, pois de acordo com a boa senhorinha, o público de rave é o mais cuidadoso e educado com que ela já trabalhou. Por esse relato e coisas desse tipo que nos alegramos em ver o espírito do psytrance vivo. Obrigado comunidade por isso!

A tarde foi movimentada, sucesso atrás de sucesso. Presenciamos uma sequência esmagadora de Ace Ventura, Liquid Ace e Liquid Soul. A vibe estava tão intensa e maravilhosa, que o próprio Yoni Oshrat pediu para tocar mais tempo, e seu pedido foi atendido! Os ravers acabaram ganhando 1 hora a mais de música no Savana Stage com o som pesado de Captain Hook seguindo até às 21h.

Saímos as 20h, com música ainda rolando. O destino foi o chuveiro, e dessa vez uma fila um pouco maior nos aguardou, afinal estávamos há poucas horas da virada do ano e junto com ela o b2b de Burn In Noise e Altruism. 

DIA 01/01

E a tão esperada hora chegou. De todos os lados chegavam os ravers para se unir e juntos no Savana Stage celebrar a a entrada de 2019. E não poderíamos imaginar uma virada de ano tão marcante. Num versus memorável, Burn In Noise e Altruism conduziram a galera pra outra dimensão, e abriram a madrugada para uma sequência de DJs que levaram o público a uma outra dimensão. Por todos os lados podemos observar uma energia surreal. A cada apresentação eram gritos e mais gritos de alegria, clima de festa, pessoas perdendo a voz e fôlego com tudo que estava acontecendo naquela pista. O show de lasers estava simplesmente impecável. Saindo da pista, ainda era possível contemplar um céu estrelado simplesmente fantástico. Sem dúvida, tivemos uma noite abençoada.

Após um set esmagador de Mad Maxx, a manhã chegou e os campings voltaram a ficar mais cheios. Muitos já se preparando pra ir embora, outros tomando um fôlego pra todo o dia 1 que estava apenas começando.
Seguindo os trabalhos na pista, X-NoiZe agitou a galera presente, e Capital Monkey terminou de derrubar quem ainda estava resistindo. Zanon assumiu o comando da pista, e ela pegou fogo novamente, dando o clima de como se seguiria na parte da tarde. MerKaBa entrou e com seu som mais místico deu uma acalmada nos ânimos da galera, abrindo caminho para a sequência esmagadora que viria mais tarde.

Com pista cheia e já anoitecendo, Freedom Fighters entra no palco, conduzindo a galera para uma viagem que só acabou com a saída do Ryanosaurus da pista. Fabio Leal manteve a pista aquecida durante seu long set. Mas com o corpo já pedindo arrego, a melhor solução foi ir pro palco Tribos e acompanhar D-Nox detonar com a pista cheia, e de quebra curtir a primeira noite de 2019 com um céu novamente estrelado e sensacional.

DIA 02/02

Manhã de quarta, acordamos e ainda estamos tentando superar o que aconteceu durante o primeiro dia do ano. O nosso primeiro destino foi a Varanda Cultural para assistir o workshop de Produção Musical II. Além disso, passamos pelo Espaço Raízes para utilizar os pontos de recarga e aguardar a sessão de reiki que já estava agendada para manhã de quarta (todos os horários das terapias oferecidas no Espaço Raízes foram preenchidos, a procura foi alta). Após o tempo aguardado, iniciou-se a sessão, que se trata de uma terapia de renovação e troca de energias, onde o terapeuta inicia com uma meditação guiada, e em seguida, com ajuda de óleos essenciais transmuta, essa energia positiva. Após a sessão realizada, fomos para as barracas começar a organizar as coisas afinal, a partida se aproximava no final da tarde de quarta-feira.

Juntamos nossas coisas, e conforme nossa programação, partimos para a trilha que levava até a cachoeira da fazenda. Uma trilha com cerca de 1.5 km de distância, com nível de dificuldade moderado, pois embora boa parte dela seja estrada de terra, a outra se dá pela deságua da cachoeira, o que dificulta por conta de muitas pedras escorregadias e passagens pequenas e lamacentas. Para os mais desastrados, há riscos de acidentes leves (escorregões, tombos, etc). Fomos com bastante cuidado e tudo correu bem (fazer a trilha com tênis ou algum tipo de calçado fechado nos ajudou muito). Estar com par de chinelos na mochila também foi bem útil em alguns momentos pela água. Após a chegada, pudemos contemplar a beleza natural do lugar além de poder renovar as energias depois de um banho em uma queda de mais de 5 metros com a água em temperatura média, já era hora de voltar pro festival e terminar de arrumar as coisas.

Reprodução : @mauricio_lima9
Reprodução: @mauricio_lima9

De volta à área do evento, nos alimentamos e pegamos um momento de pista antes de voltar pro camping e finalizar a arrumação das barracas. E com muito pesar, por volta das 20h saímos do festival e iniciamos nosso trajeto de retorno para SP.

Por todos os lados, pra onde se olhava, se via ravers arrumando suas coisas, abraços e beijos de despedida de um festival que sem dúvida nenhuma marcou a virada de ano de todos presentes. E pra quem pôde ficar, ainda teve um pouquinho mais de evento pra galera até o fim do dia.
E assim encerramos nossa pequena e majestosa jornada em um festival que dispensa comentários e que jamais alguém com palavras poderá descrever o que aconteceu lá. Cada experiência é muito particular e intransferível, mas para nós foi um dos momentos mais incríveis e marcantes da vida!
Vida longa ao Adhana Festival.

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