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Diário da rave: Gaia Connection #8 [REVIEW]

7h da manhã. O dia mal começava e o sol já brilhava forte na aldeia, deixando praticamente impossível permanecer na barraca, o que já passava aquela sensação de um “despertar” coletivo. Enquanto uma parte da galera aproveitava para tomar banho e escovar os dentes, ao fundo era notável o hi tech tomando conta do mainfloor e animando a pista antes das 9h da manhã, com a dupla Jaczur vs Dulio.

Pouco depois das 10h a sombra era mais do que necessária. Era a hora perfeita para o chillas, que mais uma vez, foi meu palco preferido esse ano. A nova distribuição das pistas desde a construção da lagoinha artificial, deixou o espaço maior e ainda mais aconchegante. As esculturas incríveis, as artes espalhadas por toda aldeia, e a sombra formada pela borboleta foram alguns entre tantas particularidades que demonstravam o quanto o rolê cresceu e amadureceu mas sem deixar de manter sua essência.

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Créditos: coletiva.a.mente

O som era envolvente a todo momento, em qualquer hora do dia você via pessoas dançando e se divertindo no chill out. A noite de sábado ficou por conta do DJ Fractal Chillum, que deixou a pista curtindo muito ao som de “Just Jammin” do Gramatik. Já durante o dia, o espaço foi tomado pela energia positiva da banda Madre Terra, uma trilha sonora perfeita com o clima do chillas, cheio de amor e união e muitas crianças brincando na pista

É claro que o mainfloor não deixou a desejar: a decoração estava impecável! As flores do dia que brilhavam intensamente na luz neon durante a noite, o palco com suas projeções fantásticas e as esculturas de galhos e fogo que ficavam ao fundo da pista formaram um casamento perfeito com o som. O full on da DJ Tera, seguido de Megalopsy fizeram a pista toda se jogar (eu particularmente me acabei). Com uma acústica perfeita, a distribuição das caixas deixou o som forte e presente tanto no front, como no fundo (organização mandou muito bem).

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Créditos: coletiva.a.mente

Difícil fazer um review de um evento como o Gaia Connection sob uma única perspectiva. São inúmeros pontos a levar em consideração, afinal é um festival com uma proposta diferente, com foco na diversidade cultural. Foi meu segundo Gaia, e se ano passado saí maravilhada com o set do Rica Amaral e do Liquid Soul, esse ano vivi o encontro com a natureza. Aproveitei a desconexão para conectar-se comigo mesma e com as pessoas especiais que vi ao meu redor. Muitas famílias reunidas, muitas crianças cheias de alegria e de energia boa e mais uma vez saio com o sentimento de gratidão pelos momentos vividos. Acredito que essa é a proposta: encontrar um lugar onde podemos ser e nos manifestar de forma livre, do jeitinho que queremos, sem preconceitos ou julgamentos, apenas muito amor, união e respeito!

Viva Mãe Gaia <3

Texto escrito por Luara Baulé
Imagem de Capa: coletiva.a.mente

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