O MELHOR DO PSYTRANCE

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O psytrance e o novo comportamento do público no Brasil

A crise econômica que se instalou no país há algum tempo trouxe algumas mudanças no cenário da música eletrônica brasileira. A falta de valorização do Real brasileiro brecou o avanço do dito EDM em nosso país, o que por consequência valorizou os artistas nacionais, bem como gerou um maior interesse do público em ouvir outros estilos de música eletrônica, principalmente o Brazilian Bass/Low Bpm e derivados. Além disso, o cenário brasileiro de eventos de música eletrônica teve que se reestruturar, e a tendência passou a ser eventos direcionados para públicos específicos, além de festivais que buscavam atingir o maior número de estilos musicais num mesmo ambiente e data.

Porém, o boom dessa nova fase já acabou, e estamos vivendo uma estagnação, caminhando para uma saturação máxima (se tratando do lado mais comercial), com cada vez mais eventos e festivais sem nenhuma novidade, tanto em infraestrutura, experiência sensorial, até mesmo nos line ups, que acabam repetindo por muitas vezes os mesmos artistas, onde já se sabe que atrairão público, e consequentemente, casa cheia.

E onde o psytrance entra nessa história? Junto com todo esse crescimento, muitas pessoas também começaram a conhecer novos sons, saindo do espectro comum. E é aqui que o psytrance aparece, levando ao conhecimento do grande público a existência das raves, que ganham cada vez mais relevância e crescem a cada edição. Essa ascensão faz com que o gênero passe a ocupar novos espaços, levando os grandes eventos do país a reformularem o line up com vários artistas do cenário, vide XXXPERIENCE e Federal Music por exemplos bem genéricos. Além de eventos, até mesmo alguns artistas da linha do Brazilian Bass acabam também por inserir algumas músicas em seus sets, acompanhando esses novos hábitos do público.

Sem entrar no âmbito de modismos, há que se olhar pelo lado positivo disso tudo, que é de mais pessoas conhecendo o gênero, bem como toda sua cultura envolvida, o que acarreta na valorização dos artistas que o tocam, e obviamente, fortalece os eventos espalhados pelo país dedicados inteiramente a ele, a exemplo do Universo Paralello, Adhana Festival, Mundo de Oz, dentre muitos outros, com as mais diversas vertentes e propostas culturais.

E você? O que acha dessa atual popularização comercial do psytrance no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários!

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