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Conheça melhor a história, carreira e projetos de Venancci

Em uma cena em constante crescimento, é importante valorizarmos os jovens talentos e as iniciativas que buscam torná-la cada vez maior.

É nesse grupo que está Venancci, que em 2016 decidiu transformar seu hobby em profissão, evoluindo de uma maneira surpreendente. Hoje, além de ser DJ e produtor, é dono da label party Hathor, e traz em seus sets muita qualidade sonora, arte, e coreografias. Ele coleciona em seu histórico apresentações em clubs expressivos como Clash Club, Fabrique, D-EDGE, The Sailor Roof, Hathor, Blowyourmind, dentre outros festivais.

Conversamos rapidamente com Venancci sobre sua vida, carreira, projetos, a cena psytrance brasileira e suas perspectivas de futuro, e você confere as respostas na íntegra abaixo. Confira!

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Hï BPM: Prazer em conversar contigo! Fale um pouco de você para o nosso público, seu nome, idade, e o que você faz.

Venancci: O prazer é todo meu! Me chamo Lincoln Venancci, sou DJ, e agora estou me aventurando no ramo da produção de música eletrônica. Nasci em Indianópolis – SP e tenho 21 anos.

 

Hï BPM: E como começou o seu amor pela música eletrônica? Como entrou nesse universo?

Venancci: Começou desde os meus 7 anos de idade, quando via meu pai tocar freestyle, flash house, miami music, então toda essa paixão vem desde cedo

 

Hï BPM: E como você chegou até o psytrance?

Venancci: Conforme fui gostando de música eletrônica, fui abrindo minha cabeça pra estudar todas as vertentes, e aí quando senti a energia do psytrance, não teve jeito, acabei me apaixonando hahaha.

 

Hï BPM: Você também atua produzindo e promovendo eventos. Como começou tudo isso na sua vida?

Venancci: Eu e meus amigos sempre fomos festeiros, então eu sempre acabava ouvindo muito os desejos deles. Até que um dia resolvi me unir com meu amigo Gabriel e criar uma festa da maneira que meus amigos gostam, do jeito que eles imaginavam.

 

Hï BPM: Por que o nome Hathor? E como essa festa foi idealizada?

Venancci: Sempre amei a cultura egípcia, e daí veio a inspiração pra festa. O nome Hathor é de uma deusa do Egito antigo que era conhecida e venerada pelo seu poder de ser feliz, espalhar bondade, amor, fertilidade, dança e música, e ela se enquadra perfeitamente com o tema da festa, preservando sempre o PLUR. Pegamos o nome e traduzimos para a linguagem egípcia e encaixou como um tiro certeiro!.

 

Hï BPM: E podemos esperar por uma Hathor #2? hahaha

Venancci: Sim claro! A Hathor terá sua 2ª edição em novembro, mas desta vez será um evento fechado, particular ,com ingressos limitadíssimos e com muitas surpresas. Então, quem quiser ser sócio dessa festa incrível, pode ficar ligado nas futuras novidades.

 

Hï BPM: Durante a Hathor você tocou e lançou a Oreon. Qual foi sua inspiração pra criar essa música e qual o sentimento que você tem ao tocá-la?

Venancci: Tocar Oreon me deixa tão feliz! Foram feitos alguns vídeos por alguns ravers e é nítida minha felicidade ao tocar essa música, que levei cerca de 3 meses para produzir. Queria trazer algo diferente para o psytrance, então produzi uma música que mistura a abertura do prog logo de cara e uma pegada mais voltada pro GOA. No meio da track pode-se curtir um pouco de full on, e pra fechar com chave de ouro o nosso aclamado e polêmico hi tech. Minha inspiração veio da minha própria missão interna, motivado em querer crescer, ser reconhecido e sempre inovar. Oreon foi e sempre será um exemplo de que você pode sonhar e lutar para conseguir o que quer.

 

Hï BPM: E tem novas tracks a caminho?

Venancci: Minha próxima música está em construção e já tem nome: SAKURA

 

Hï BPM: Quais são suas influências na música?

Venancci: Hoje acredito que não tenha 1 pessoa responsável por ser uma completa influência pra mim, pois cada um tem um talento diferente. Independentemente de sua vertente no psytrance, cada DJ e produtor me inspira um pouco, e isso vai me transformando no que sou atualmente.

 

Hï BPM: O que você acha da cena psytrance brasileira em geral?

Venancci: Vejo a cena atual como uma galera diferente, onde a maioria das pessoas é respeitada, onde você faz novas amizades no front durante o set do seu DJ favorito. Um público fiel e único. A cada dia a cena vem crescendo, com mais festas, mais frequentadores e isso é bom. Tenho muito amor pelo psytrance e pela grandeza com que ele tem se desenvolvido.

 

Hï BPM: Hoje vemos a cena psytrance como sendo grande acolhedora e apoiadora do público LGBT. Você sente ou já sentiu preconceito? Como você encara essa situação?

Venancci: Hoje vivemos num mundo em que é fácil ter acesso a informação, então não só na cena eletrônica mas na nossa vida sempre passamos por dificuldades, e sempre vamos viver nessa luta pela liberdade. Ser homossexual na cena psytrance não e difícil. O que é difícil de verdade é ter bom coração e ajudar aquele que está ali só pra te derrubar. É batalhar todos os dias pedindo uma chance pra você mostrar seu talento, porque quando eu mostro o meu, cá entre nós…a galera delira hahaha.

 

Hï BPM: Na próxima edição da Quero Quero Trance, você fará um live long set com o Darky. Como surgiu essa parceria e o que a galera pode esperar dessa apresentação?

Venancci: A ideia de um b2b com o Darky surgiu quando a incrível crew da Quero Quero me chamou pela segunda vez para tocar na 3ª edição da festa deles. Como vai ser uma baita festa, pensei em torná-la inesquecível, fazendo um set de 1h30. Além de muita música boa, iremos divulgar nossas tracks novas, e todos que estão lendo não podem perder essa festa por NADA NESSE MUNDO! Estamos preparando um set incrível.

 

Curtiu o Venancci? Aperte o play abaixo e confira um pouco mais do trabalho dele!

 

Imagem de capa: Maik (Sigma F)

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