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A Tribe voltou a Pedreira e fez valer a grandeza de seu nome e história [REVIEW]

Com a proposta de não ser uma simples festa, o retorno da Tribe as suas origens após quase 10 anos proporcionou uma experiência surpreendentemente completa em todos os aspectos. Desde a belíssima vista que Pedreira oferece, a arquitetura dos palcos e o lineup expressivo, até os detalhes quanto a estrutura e segurança, que construíram um final de semana incrível. Veja o que rolou no palco Solaris no nosso [REVIEW].

 

Foto: Sigma F

 

O LOCAL

Considerada a eterna casa da Tribe, a Pedreira fica localizada em Pirapora de Bom Jesus, cidade que está a cerca de 60 quilômetros distante do centro da capital Paulista. O acesso foi fácil, com placas de sinalização para festa desde a saída da Castelo Branco. Para os ravers motorizados, a Tribe cadastrou no Google Maps e Waze a localização exata até a porta do estacionamento da festa, o que facilitou muito a chegada ao evento.

O sistema de verificação desde a entrada estava bem reforçado, com uma rigorosa revista, além de várias verificações de pulseira até a entrada final do evento. Apesar da sensação de estar subindo e não chegar nunca, o lugar alto favorece um cenário montanhoso com vistas incríveis. A pista Solaris ficou em local plano logo na chegada, e aquela tenda gigantesca nos impressionou de cara. Logo acima estava a tenda do Tribe Club, e o Secret Garden ficou posicionado na parte mais alta do evento.

Com grande distribuição de caixas e banheiros, não houve problemas de lotação e filas relevantes. Nota-se que a segurança estava reforçada. Era possível ver pessoas sendo retiradas da pista com bastante frequência, e as verificações de mochilas e rondas da equipe de proteção eram constantes. Além disso, tal cuidado com a segurança transmitia confiança e tranquilidade para o público, que pôde curtir o evento sem maiores desconfortos. Falando de coisa boa, a praça de alimentação foi um diferencial nessa edição, com a presença de vários food trucks e diversas opções para alimentação, além do ambiente ter ficado muito bonito e funcional.

local
Foto: Guilherme Oliveira

O EVENTO

Para um festival com que buscava oferecer uma experiência diferenciada, a Tribe foi impecável no quesito imersão. Toda a infraestrutura foi pensada nos mínimos detalhes para envolver e transportar o público para outra dimensão. Durante 18 horas, grandes DJs fizeram apresentações memoráveis, como o caso do Gabriel Serrasqueiro, o Gabe, que se apresentou no palco Tribe Clube no Solaris como Wrecked Machines e Growling Machines, totalizando 3 horas e meia ininterruptas de apresentação. Além dele, grandes nomes do psytrance mundial como Astrix, Berg, Reality Test, Pixel e Captain Hook fizeram o público ir a loucura, tocando grandes sucessos e tracks novas.

A tenda da pista Solaris também foi um show a parte, com sua arquitetura icônica, pensada para trazer o espírito e história que a Tribe carrega. Com muita iluminação e um design moderno, ela manteve o público protegido e aquecido para aguentar as rajadas de vento frio que atingiam a Pedreira durante a madrugada.

Era possível notar que em meio ao público fiel que a Tribe já possui, haviam pessoas que estavam começando a se aventurar nesse novo universo a partir desse evento. Foi uma ótima primeira experiência para quem foi, já que tiveram a oportunidade de presenciar uma festa impecável em muitos aspectos, e para quem já está acostumado, foram horas com muito alto astral e sorrisos a todo instante.

 

ARTISTAS QUE MERECEM DESTAQUE

Podemos seguramente dizer que nessa edição da Tribe, todos os DJs que pisaram no palco Solaris tiveram um cuidado especial na condução de seus sets, provocando diversas emoções no público que estava na pista, e criando uma atmosfera ótima do início ao fim do evento. Mesmo assim, gostaríamos de destacar:

Astrix: Considerado por muitos o principal headliner do palco Solaris, Astrix honrou sua responsabilidade e providenciou 1 hora e 30 minutos de set de alta qualidade, criando uma atmosfera imersiva e maravilhosa. Para quem curte o som do DJ israelense, essa apresentação foi um prato cheio.

Foto: Guilherme Oliveira

 

Reality Test: Ela foi responsável por levantar poeira na pista antes da meia noite. Nessa apresentação ficou nítido o amor que o público brasileiro tem por ela e sua música, levando o público ao delírio a cada track tocada.

reality-test
Foto: Zooe

 

Berg: Entrando após o amanhecer, coube a Berg a desafiante missão de manter a pista animada após uma madrugada intensa, e ele o fez com a maior tranquilidade. Era impossível ficar parado quando seus sucessos como Randa, Dugly Dagly e Bayaka tocavam, e suas novas tracks foram muito bem recebidas pelo público.

Foto: Guilherme Oliveira

 

Como gratas surpresas não podemos deixar de citar o set de Element, que começou sua apresentação com muita psicodelia e a terminou com intensas porradas, e o set do projeto Wrecked Machines, que foi recheado de grandes sucessos que trouxe nostalgia para o público que acompanha a história da Tribe.

Foto: Guilherme Oliveira

 

No geral, podemos afirmar com certeza que o objetivo da Tribe em criar uma experiência “padrão Tribe” foi alcançado com sucesso. Apesar de cada evento ter sua história, a volta do evento as suas origens, no local onde seu nome se tornou glorioso, fez com que todos os detalhes contribuíssem para um final de semana memorável. Apesar de pouquíssimos detalhes para se ajustar, sem dúvida foi um momento marcante, que fará parte de nossa lembranças durante muito tempo, afinal, “Tribe é Tribe” né?

 

Foto de Capa: Sigma F

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